Os ingressos para visitação “Frida Khalo: Making Her Self Up” nas primeiras semanas já estão esgotados e mostram a fascinação do público pela artista. 

O Victoria and Albert é um dos museus de arte e design mais importantes do mundo. Localizado em Londres, ele recebe o nome da rainha que governou a capital britânica até 1901 e seu marido, o príncipe Albert.

O casal era conhecido por sua paixão pela arte e por sua contribuição ao desenvolvimento cultural do Reino Unido. Desde sua fundação até hoje, o local já recebeu outros nomes e já serviu para outros intuitos, sendo inicialmente criado como um museu de manufaturas.

Fato é que o V&A abriga hoje um dos maiores acervos de coleções britânicas e é uma fonte inesgotável de pesquisa para diversas áreas como arquitetura, moda, indústria têxtil, fotografia, escultura, pintura, joalheria, cerâmica, teatro, design e artes em geral.

Este ano, o museu realiza uma de suas maiores e mais esperadas exposições, ao receber pela primeira vez fora do México uma coleção de roupas e artefatos da artista mexicana Frida Khalo. A exibição “Frida Khalo: Making Her Self Up” aproxima os visitantes da artista ao proporcionar o contato com objetos de cunho pessoal.

Frida Kahlo em blusa de cetim azul, 1939. Fotografia por Nickolas Muray.

Entre eles estão alguns cosméticos, roupas que carregam as cores e bordados típicos de seu país natal, fotografias e claro, alguns quadros pintados por ela. A exposição contou com uma abertura privada dia 14 de junho de 2018, com a participação da atriz Salma Hayek, que já interpretou nas telas do cinema a artista homenageada.

Além da mostra, o museu fez uma programação especial com workshops de bordado e ilustração digital para quem quisesse explorar o estilo de Frida em outras manifestações artísticas. No site do V&A é possível ler em inglês alguns artigos relacionados à moda e às roupas de Frida, como este que fala sobre o tradicional vestido mexicano.

Casaco de algodão guatemalteco vestido com Mazatec huipil e saia simples até o chão em exposição no V&A. (Imagem: Javier Hinojosa)

Huipil de algodão com ponto de corrente bordado à máquina; Saia de algodão estampada com bordados e holan (plissado). Perna protética com bota de couro. (Museu Frida Kahlo. Fotografia: Javier Hinojosa)

Seleção de cosméticos de propriedade de Frida Kahlo antes de 1954. (Fotografia: Javier Hinojosa)

Quem estiver por Londres até o dia 4 de novembro de 2018 poderá visitar o museu e conhecer um lado mais íntimo de umas das artistas mais emblemáticas da história e que desperta curiosidade e paixão em seus admiradores. Mas é importante se planejar e garantir o ingresso com antecedência, já que em poucas horas eles esgotaram para as primeiras semanas de estréia!

Frida Khalo: Making Her Self Up

Auto-retrato na fronteira entre o México e os Estados Unidos da América, Frida Kahlo, 1932. Fundação Internacional de Arte Moderna, Cortesia María e Manuel Reyero.

Auto-retrato com vestido vermelho e dourado, Frida Kahlo, 1941. Cortesia de Gerardo Suter e Jacques e Natasha Gelman. Coleção da Arte Mexicana do Século XX e da Fundação Vergel.

Frida Kahlo em huipil de algodão e detalhes da saia bordada com motivos florais. 

Veja como comprar online ingressos para a exposição“Frida Khalo: Making Her Self Up” pelo site do museu V&A aqui.

Mariana é jornalista e comunicadora. Adora descobrir novos lugares, explorar a cidade a pé e andar sem pressa. Se interessa por viagem, cultura e tudo o que é novidade. Escreve um blog sobre meio ambiente, sustentabilidade e consumo consciente. Também se dedica a cozinhar, como forma de prazer e arrisca novas receitas no tempo livre.

Mariana – já escreveu posts no Follow the Colours.


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