>Melvin Galapon
> O ilustrador inglês Melvin Galapon adora sintetizar pequenos elementos como ondas sonoras, pixels e pontos transformando-os em retratos, textos e grandes patterns. Bem legal! Via.
> O ilustrador inglês Melvin Galapon adora sintetizar pequenos elementos como ondas sonoras, pixels e pontos transformando-os em retratos, textos e grandes patterns. Bem legal! Via.
Olha que bacana o que o pessoal da agência Young&Rubican de Tel Aviv resolveu fazer em uma recente campanha para os processadores de alimentos Magimix: transformar em um grande mestre da arte, se possuirem as ferramentas certas. A campanha traz famosas obras de arte feitas de frutas e legumes cortados de várias maneiras. Muito legal!
Imagine você pagar uma diária de hotel em Berlim para dormir em uma caravana. Sim, o Hüttenpalast Hotel, hospeda as pessoas em pequenas cabanas que ficam situadas dentro de uma antiga fábrica de aspirador. Disponíveis para passar a noite, o conceito é voltado para o alojamento barato, com taxas que começam em €30 por noite.
> Olha que bacana o que o pessoal da agência Young&Rubican de Tel Aviv resolveu fazer em uma recente campanha para os processadores de alimentos Magimix: transformar em um grande mestre da arte, se possuirem as ferramentas certas. A campanha traz famosas obras de arte feitas de frutas e legumes cortados de várias maneiras. Muito
> Imagine você pagar uma diária de hotel em Berlim para dormir em uma caravana. Sim, o Hüttenpalast Hotel, hospeda as pessoas em pequenas cabanas que ficam situadas dentro de uma antiga fábrica de aspirador. Disponíveis para passar a noite, o conceito é voltado para o alojamento barato, com taxas que começam em €30 por
Hey nerds, mais uma arte nada convencional: Botjira se inspira em filmes, desenhos, jogos e cria colagens em papel a partir disso. Super legais! Via.
> Hey nerds, mais uma arte nada convencional: Botjira se inspira em filmes, desenhos, jogos e cria colagens em papel a partir disso. Super legais! Via.
O livro Living in the endless city retrata que em 2050, mais de 3/4 da população do mundo viverá em cidades, reflexões que afetam diretamente a nossa vida no século 21. Baseado em conferências realizadas pela London School of Economics, examina cidades como Mumbai, São Paulo e Instanbul, ilustrando a vida nessas sociedades com imagens realmente
> O livro Living in the endless city retrata que em 2050, mais de 3/4 da população do mundo viverá em cidades, reflexões que afetam diretamente a nossa vida no século 21. Baseado em conferências realizadas pela London School of Economics, examina cidades como Mumbai, São Paulo e Instanbul, ilustrando a vida nessas sociedades com imagens
O amor é importante porra.Mais amor por favor.Corações colados pelas ruas.Vídeos que espalham amor e agradecem uma cidade. Músicas que tratam do tema de uma forma atual e bela, exemplo de Não existe amor em SP, por Criolo. Será que anda faltando amor por aí? Amor, eu digo em todos os sentidos e não somente
Imagine uma tattoo que ninguém pode ver, a não ser que você esteja sobre uma luz negra. Yeah! A #tattoofriday de hoje traz tatuagens feitas com UV Blacklight Ink, ativadas sobre a luz negra. Bizarro ou não?! Não sei quanto a vocês, mas eu achei a ideia no mínimo interessante. Via.
> Imagine uma tattoo que ninguém pode ver, a não ser que você esteja sobre uma luz negra. Yeah! A #tattoofriday de hoje traz tatuagens feitas com UV Blacklight Ink, ativadas sobre a luz negra. Bizarro ou não?! Não sei quanto a vocês, mas eu achei a ideia no mínimo interessante. Via.
Keith Scharwath criou essas placas (feitas a mão) de suas abreviações favoritas para uma exposição recente na Parlor Gallery em Asbury Park, NJ. Adorei! A expo chamava-se “Blah Blah Blah” e eu teria todas nas paredes de casa. Via.
> Keith Scharwath criou essas placas (feitas a mão) de suas abreviações favoritas para uma exposição recente na Parlor Gallery em Asbury Park, NJ. Adorei! A expo chamava-se “Blah Blah Blah” e eu teria todas nas paredes de casa. Via.
O fotógrafo e design gráfico canadense Julian Bialowas nos inspira com clichês que muitas vezes queremos esquecer. O seu projeto com uma foto por dia durante 1 ano, 365q, nos faz refletir sobre como anda o sentido da vida, nossos relacionamentos, caminhos que tomamos. As frases sozinhas, ele diz, podem parecer clichês, mas quando unidas