Pode até ser clichê e nem mostrar toda a realidade do país, mas achamos interessante compartilhar o Perfil da Tatuagem no Brasil publicado pela Revista Super Interessante, após uma pesquisa nas redes sociais com 80 mil entrevistados e 150 mil tatuagens mapeadas.

Dá uma olhada nos resultados que estão disponíveis na edição de março da revista:

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Alguns depoimentos:

Quando fiz a primeira, tinha 57 anos – Aldo Jung, 64 anos, jornalista
“Comecei a me tatuar fazendo o retrato do rosto de minha amada, em p&b, na parte superior do braço esquerdo, em henna. Foi antes das férias. Depois de perceber a reação das pessoas, ao voltar das férias fiz a tatuagem de verdade. No ano seguinte, completei o desenho, fazendo-a nua, até a cintura, emoldurada por um grande sol colorido. No outro ano, e no outro braço, tatuei um coração bem colorido, atravessado por uma faixa com o nome dela. Quando fiz a primeira tatuagem tinha 57 anos.”

A tatuagem me libertou – Michelle Antunes, 30 anos, arquiteta
“Sofri um acidente de carro quando tinha 18 anos, fiquei com uma cicatriz enorme na perna e não usava shorts ou saias por causa disso. Depois de muitas cirurgias, recebi alta para fazer plásticas para corrigir a cicatriz. Fiz uma só e decidi que não queria mais sofrer com anestesias e cirurgias, e preferi ‘sofrer’ ganhando um desenho lindo. Tatuei toda minha coxa com dois elefantes indianos maravilhosos que são minha paixão, mostro para todo mundo e não tenho mais vergonha de usar saia! A tatuagem me libertou.”

Fomos ao estúdio eu, minha mãe e minha vó – Marina Formiga, 21 anos, quiropraxista
“Desde os 15 anos eu queria fazer uma tatuagem, mas minha mãe dizia que era melhor esperar até os 18. Quando chegou a hora, fui ao estúdio com ela e a minha vó. Foi a primeira vez para mim e a minha mãe, mas a minha avó já tinha feito uma. Acabamos voltando alguns anos depois, no fim do ano passado, e dessa vez as três fizeram a mesma tatuagem: um elefante tribal e seu filhote no tornozelo. Ela representa a importância da figura materna, já que nós três somos muito unidas.”

Via.

Carol T. Moré é editora do FTC. Internet, café, todo tipo de arte, viagens e pequenos detalhes da vida a fazem feliz. Acredita que boas histórias e inspirações transformadas em pixels conectam pessoas.

Carol T. Moré – já escreveu posts no Follow the Colours.


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